31 de out. de 2013

Um parque quer nascer, abram as porteiras !

Hoje venho aqui aderir e assinar o manifesto do clamor da ampla maioria dos Recifenses para que uma importante região da nossa fauna e flora, encravada no bairro de Boa Viagem, lhe seja dada o direito de renascer.

Estou me referindo a área conhecida popularmente como Estação Radio Pina.

foto: (google - maps)

A Ressignificação do seu papel é de fundamental interesse para a cidade do Recife, na medida em que propiciará além do seu caráter intrínseco de natureza viva e pulsante, uma permissividade aos Recifenses em poderem conviver harmoniosamente com as suas belezas naturais e cada vez mais raras nos tempos atuais.

É sabido por todos que a criação de novas áreas para lazer e deleite da sociedade esta em processo de rarefação, logo, não dá para se abrir mão de um parque que já nasce pronto, nada de desapropriação ou algo do gênero, é só abrir a porteira e permitir aos Recifenses adentrarem e fincarem em seu centro a bandeira da cidadania.

27 de out. de 2013

Direitos e Deveres

Um Pais só funciona, não existe outra alternativa, se for alicerçado em uma base democrática, normatizado por uma constituição e por conseqüência em Leis.

O Brasil é hoje um Pais democrático. Porém esta paulatinamente abandonando o seguimento irrestrito da Lei. Os exemplos são tantos, que já chegamos ao ponto de circular entre a população o conceito de Lei que “pega” e Lei que “não pega”.

Recentemente temos o caso dos cachorros. Uma parte significativa da sociedade apoiou a invasão do laboratório, partindo-se do pressuposto que os cachorros sofriam maltrato. É importante lembrar que a empresa estava regularmente constituída e detinha as licenças necessárias para funcionar, tendo inclusive financiamento oficial, ou seja, estava cumprindo o que determina a Lei. Como em tese vivemos em uma democracia, as pessoas que discordavam do emprego de cachorros em pesquisas, poderiam ter protestado na frente da empresa, ou na frente do órgão que concedeu a licença para essa pesquisa, como forma de atrair a atenção para este assunto. Porém não foi isso o que aconteceu. A empresa foi invadida e os cachorros roubados. Ou seja, a Lei foi solenemente ignorada.

Agora tem esse caso do coronel da polícia agredido pelos Black Bloc, que sobe a alegação de que estão protestando, se sentem no direito de depredar a propriedade alheia e bater em quem discorda de suas ações.

Foto: (Marlene Bergamo - Folhapress)

Eu pergunto; qual a diferença entre esses Black Bloc e as tropas conhecidas como SA do partido Nacional Socialista (nazistas) que depredaram as lojas de judeus em uma noite que ficou conhecida como a Noite dos Cristais? Nenhuma!!

O direito de protestar é liquido e certo, porém não pode, em uma democracia, ser feito a revelia da Lei, sob pena de entramos em um estado de anarquia social. No Facebook uma pessoa colocou que muitas vezes a justiça precisa “ser feita”, ou seja, o velho conceito de se fazer justiça com as próprias mãos. Foi esse conceito que matou, por exemplo, Chico Mendes. Agora imaginem se o Laboratório resolve agir dentro deste mesmo conceito e contrata mercenários para invadir as casas das pessoas para recuperar os cachorros. Ou o Coronel, saca a sua pistola e começa a atirar nas pessoas que o estavam agredindo.


Pensem nisso....

25 de out. de 2013

Um artista brasileiro em New York

Há 18 anos residindo na America do Norte, o arquiteto e artista plástico Luiz Vilela, tornou-se uma referencia, tanto pelo trabalho artístico desenvolvido como pela sua garimpagem incessante em descobrir novos e interessantes locais. Uptodate, como dizem os jovens de hoje em dia. 

Cresceu numa fazenda no sul de Minas, e fez seus estudos no Rio de Janeiro, estudou Arquitetura e Urbanismo na FAU-UFRJ. Sendo frequentador assíduo na vida cultural da cidade até que um amigo, mestre, e grande artista plástico lhe sugeriu que fosse estudar em Nova York. Conforme ele se lembra das palavras ouvidas com atenção: “lembre Luiz, as nossas escolas são tão boas quanto as de NY, mas o que você vai aproveitar mesmo naquela cidade é o que só Nova York pode te proporcionar: a mistura e ebulição de gente e cultura. A energia da cidade que não pára nunca. O que vai ser bom para você em NY é poder ir ao Metropolitan Museum of Art, poder assistir à um show da Laurie Anderson na Brooklyn Academy of Music, assistir ao American Ballet Theater ou ouvir uma palestra da Annie Leibovitz.”

Concelho aceito, mudou-se para Nova York e desde então mora na America do Norte. Trabalhou inicialmente por um longo período no departamento de arte de uma editora de livros, até que resolveu dedicar-se de corpo e alma a pintura. Sendo hoje a sua principal atividade, quando não esta garimpando novidades ou fotografando. Vive numa cidadezinha, escondida em uma pitoresca região das terras americanas, o que o localiza no meio de tudo: perto de Nova York, de Filadelfia, de Washington D.C. e de Boston, aonde em seu atelier faz o que mais gosta, pintar.

The window at Stover Mill - 16" x 20" - Óleo/tela

E o mais legal, é que Luiz Vilela passa a ter uma página no Blog com o titulo de "Arte em New York", aonde passará para os leitores a sua experiencia e dicas sobre a Big Apple.

Seja bem-vindo!

22 de out. de 2013

PPP da BR 232.

Esta PPP da BR 232 já esta definida para uma empresa determinada.

Eu já tinha denunciado esta pratica que vem do governo Miguel Arrais, “de quanto pior melhor”, conforme texto a seguir publicado em maio de 2011 no Jornal do Commercio.

[BR.232 falta de manutenção]
Porque não responsabilizam o Governador, que permite que seus auxiliares coloquem asfalto em cima das placas de cimento da BR – 232, isto é crime!

Embora exista um propósito de tornar aquela BR intransitável por ter sida construída pelo seu ex-desafeto, para ter o motivo de privatizar , da mesma forma que o seu avô fez com o Bandepe. Com a palavra os Órgãos de proteção ao patrimônio publico e aos cidadãos que pagam impostos (OAB , Ministério Publico e ONGS).

Comentários

*O comentário é de total responsabilidade do internauta que o inseriu. O administrador reserva-se ao direito de não publicar mensagens contendo palavras de baixo calão, publicidade, calúnia, injúria, difamação ou qualquer conduta que possa ser considerada criminosa.